Crianças produzem e encenam peça sobre a vida de Mestre André na Nave do Conhecimento de Padre Miguel

Encenar sua primeira peça de teatro homenageando quem é considerado o maior mestre de bateria do mundo do samba. Foi o que decidiu o grupo de alunos das turmas infantis do curso de teatro ministrado na Nave do Conhecimento de Padre Miguel, em sua apresentação de conclusão dos módulos I, II e III, que ocorrerá nesta sexta-feira (09/dez), às 18h30, no anfiteatro da Nave, situada na Avenida Marechal Marciano, esquina com Rua do Alçafrão. A peça “André” conta a vida de José Pereira da Silva, o Mestre André, diretor de bateria nos anos 60 e 70 da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel. Irreverente e a frente de seu tempo, foi o criador da famosa paradinha da bateria, hoje reproduzida em muitas escolas de samba. Entrada franca.

O curso é uma parceria da Secretaria de Ciência e Tecnologia da Cidade do Rio de Janeiro (SECT) com a companhia teatral “Talentos da Vila Vintém”. Durante dois anos, o grupo artístico ministra seis módulos de aprendizagem na Nave de Padre Miguel para pessoas com faixa etária acima dos 07 anos que queiram se iniciar na arte da interpretação. Inscrições para o Módulo I estão permanentemente abertas no site capacitacao.navedoconhecimento.org.br.

A produção da peça foi feita pelos próprios alunos que tiveram, durante 4 meses, aulas de interpretação para teatro, corpo, voz, maquiagem, figurino, cenografia, produção e interpretação para cinema e TV. O curso de teatro acontece na Nave do Conhecimento desde setembro de 2015, com aulas ministradas pelos professores Otavio Moreira e Leonardo Alvarenga e acontecem todas as quartas, quintas e sextas-feiras, das 18h30 às 21h. O curso é dividido em seis módulos, incluindo ainda aulas e atividades em roteiro, operador de câmera e edição.

Na segunda fase, prevista para começar no primeiro trimestre de 2017, os futuros atores e atrizes terão aulas de interpretação, corpo, voz, cenografia e produção. Nos módulos seguintes, serão ministradas ainda aulas para operador de câmera, edição e roteiro. Por meio de exercícios teóricos e práticos, o diretor da “Cia Teatral Talentos da Vila Vintém”, Otavio Moreira, e o professor Leonardo Alvarenga, estimulam o desenvolvimento artístico em diversos segmentos da cadeia produtiva do teatro. Todo ano, Mestre André citava uma frase que acabou virando uma espécie de slogan. “Ninguém segura a nossa bateria”.

Serviço

Evento:          Apresentação do Espetáculo “André”.

Data:              09/ dezembro / 2016 (sexta-feira).

Horário:         18h30.

Local:             Anfiteatro da Nave do Conhecimento de Padre Miguel.

Endereço:      Avenida Marechal Marciano, esquina com Rua Açafrão.

Entrada gratuita.

 

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Jovens se formam em tecnologia no Palácio da Cidade

Mais de 60% já saem empregados da cerimônia de diplomação

Autor: Ricardo Albuquerque / Fotos: Ricardo Cassiano

formatura7oficial3A Prefeitura do Rio entregou, na noite desta terça-feira (06/12), o diploma para mais 59 formandos da sétima turma do Curso de Introdução à Tecnologia da Informação com Inglês Técnico (Forsoft-Rio), projeto gratuito que capacita jovens de 18 a 24 anos em situação de vulnerabilidade social que tenham concluído ou estejam no último ano do Ensino Médio. Em sete anos, a iniciativa da Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia (SECT) habilitou 538 jovens para o mercado de trabalho, com média de empregabilidade superior a 60% dos alunos após a formatura. A solenidade aconteceu no Palácio da Cidade, em Botafogo.

— É com grande satisfação que encerramos e celebramos um ciclo de preparação de mão de obra qualificada de acordo com a demanda das empresas, transformando a vida de todos os jovens que participam do projeto. Formamos desenvolvedores que o mercado de trabalho precisa e muitos desses jovens são encaminhados ao primeiro emprego — disse o secretário especial de Ciência e Tecnologia, Franklin Coelho.

Durante seis meses, os estudantes tiveram quatro horas diárias de aulas nos cinco dias úteis da semana e fizeram visitas guiadas às empresas do ramo, além de trabalhos e estudos à distância. O curso tem o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia e do Instituto Infnet. O projeto é uma iniciativa da SECT e da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Rio de Janeiro (Assespro-RJ) e tem como parceiras empresas que participam como “madrinhas” dos alunos, visando promover, desde o início, uma integração entre o futuro empregado e sua empregadora.

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— As empresas madrinhas do projeto estão contratando porque confiam no projeto, superando todas as expectativas. Por se tratar de uma ação de responsabilidade social, os resultados do Forsoft são muito positivos. Os alunos se qualificam e, ao serem contratados, trabalham com afinco, retribuindo a confiança depositada neles. Para as empresas, a Forsoft funciona como um programa de trainees altamente qualificado — destacou o presidente da Assespro-RJ, Márcio Lacs, que também representa a AMT, uma das empresas madrinhas.

Com a missão de gerar mão de obra qualificada para um mercado em constante expansão, carente de profissionais, o curso garante aos alunos especialização nas modalidades de Introdução à Programação nas linguagens Java e DotNet, como desenvolvedores de aplicativos móveis para plataformas Android, técnicos de rede, técnicos de suporte para plataformas Windows Server e Linux e profissionais de infraestrutura de redes. Os cursos seguem a metodologia Cisco e incluem inglês técnico.

— Fiz o curso de técnico olímpico na Nave do Conhecimento e passei pela prova de seleção. A minha expectativa é enorme, ainda mais porque vou fazer estágio de três meses na Gigacom. Tenho absoluta certeza que vou agregar conhecimentos e adquirir novas experiências durante o processo que começa no próximo dia 19, afinal é o meu primeiro emprego — admitiu Rafael Alves da Silva, 20 anos, morador de Pilares, um dos oradores da turma.
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Nesta sétima edição, 15 empresas se candidataram para serem madrinhas dos alunos: AMT, CSP, Delphos, Doinet, Gigacom, Go2web, Informal, Lab 245, Mestra, Persist, RGB, SECT, Tavtev, Tema e TopDown.

Moradora de Bangu, Verônica da Silva Dionísio, 22, também espera poder utilizar os conhecimentos adquiridos no curso em sua vida profissional. Para ela, o curso ofereceu aos seus alunos a oportunidade de despertar e amadurecer para as exigências do mercado de trabalho:

– O Forsoft-Rio nos deu muito mais do que conhecimento técnico. Proporcionou uma maturidade completamente diferente daquela que tínhamos no começo do curso. As aulas tinham um enorme grau de dificuldade. Fomos postos à prova e bastante exigidos, mas aprendemos a superar as nossas dificuldades.

A primeira turma 1 do Forsoft-Rio formou 60 alunos e a segunda 76 estudantes, dos quais 52 já saíram empregados da cerimônia de diplomação. A terceira turma formou 79 novos programadores. Desses, 38 foram imediatamente empregados. Da quarta turma, dos 90 alunos, 49 receberam o certificado e o primeiro emprego no ato da formatura. Na 5ª edição, 50 dos 95 formandos já saíram empregados da cerimônia.

Realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo, a cerimônia também reuniu o reitor da empresa Infinet, Eduardo Ramos, representantes da empresa e parentes dos formandos. Uma moção de aplausos foi entregue à gerente de Projetos da Forsoft, Kátia Regina Pires de Senna, e aos representantes das empresas madrinhas.

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Meu primeiro emprego em TI: 59 jovens carentes se formam em programação de computadores no Palácio da Cidade

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Adquirir uma profissão na área de tecnologia da informação e, ao mesmo tempo, conquistar o seu primeiro emprego na área específica. É o que a Prefeitura do Rio, através da Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia (SECT), vai proporcionar aos 59 formandos da sétima turma do curso gratuito de Introdução à Tecnologia da Informação com Inglês Técnico (Forsoft-Rio). A formatura será nesta terça-feira (06/dez), às 18h, no Palácio da Cidade, em Botafogo, e contará com as presenças do prefeito Eduardo Paes e do secretário de C & T, Franklin Coelho.

Em 7 anos, o curso capacitou, gratuitamente, 538 jovens de 18 a 24 anos que se encontravam em situação de vulnerabilidade social. Ao final do curso, após se especializarem nas modalidades de Introdução à Programação nas linguagens Java e DotNet e à Infraestrutura de Redes, seguindo a metodologia Cisco, ambos com Inglês Técnico voltado para o mercado de TI, a maioria dos formandos conquistou seu primeiro emprego no setor com salários compatíveis com o nível iniciante de mercado. A média de empregabilidade dos alunos é superior a 60% nos três primeiros meses após a formatura.

O projeto é uma iniciativa da SECT e da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Rio de Janeiro (Assespro-RJ) e tem como parceiras empresas que participam como “madrinhas” dos alunos, visando promover, desde o início, uma integração entre o futuro empregado e sua empregadora. O Forsoft-Rio trabalha em cima da demanda dessas empresas, gerando mão de obra qualificada para um mercado em expansão, carente de profissionais.

Durante seis meses, os estudantes tiveram quatro horas diárias de aulas nos cinco dias úteis da semana e fizeram visitas guiadas à empresas do ramo, além de trabalhos e estudos à distância. O curso tem o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia e do Infnet Instituto. Nesta 7ª edição, 15 empresas se candidataram à madrinhas dos alunos: AMT, CSP, Delphos, Doinet, Gigacom, Go2web, Informal, Lab 245, Mestra, Persist, RGB, SECT, Tavtev, Tema e TopDown.

Além do prefeito e do secretário de C & T, também participarão do evento desta terça-feira, o presidente da Assespro-RJ, Márcio Lacs, e vários representantes das empresas madrinhas, entre outras autoridades e familiares dos formandos.

SERVIÇO:
Evento: Formatura das 7ª turma do Curso de Introdução à Tecnologia da Informação com Inglês Técnico (ForsofRio)
Data: 06 / dezembro / 2016 (terça-feira).
Hora: 18h.
Local: Palácio da Cidade ( Rua São Clemente, nº 360 – Botafogo).

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VFX Rio 2016 abre caminho para uma parceria entre o Rio e a Índia

Espaços para criação de efeitos visuais de alto desempenho (Clusters)

» Autor: Ricardo Albuquerque – Fotos: P_Eduardo

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Uma parceria entre a Prefeitura do Rio e a indústria de animação de Bollywood, na Índia, vai permitir a criação de espaços dedicados à criação e desenvolvimento de efeitos visuais (clusters de alto desempenho) na cidade carioca. A ideia surgiu nesta terça-feira (29/11), no Museu do Amanhã, durante a segunda edição do VFX Rio 2016, evento que reúne especialistas e profissionais de efeitos visuais, cinema, games e novas tecnologias dos estúdios de Hollywood, Bollywood, Europa e Brasil.

— Cidades como Barcelona, Nova York, Los Angeles e Paris têm seus clusters, que permitiram grande desenvolvimento e geração de empregos. No Rio, a parceria da prefeitura com grandes empresas de tecnologia, como Intel e Cisco, garantiu uma série de transformações na vida de quem mora próximo às Naves do Conhecimento, agora o possível acordo com a Índia simboliza o avanço desse legado, abrindo novos caminhos na área tecnológica para a cidade — disse o secretário especial de Ciência e Tecnologia, Franklin Coelho.

A importância das Naves do Conhecimento abriu o último painel do VFX Rio nesta terça-feira. Um vídeo mostrou o quanto a implantação das naves intensificou o conceito de cidade inteligente, abrindo novos horizontes aos frequentadores dos espaços, todos localizados em nove comunidades das zonas Oeste e Norte (Irajá, Madureira, Nova Brasília, Padre Miguel, Madureira, Penha, Santa Cruz, Vila Aliança, Triagem e Engenho de Dentro). O painel contou a participação do indiano Ashish SK, fundador da Punnaryug Artvision Pvt & Screenyug Creations Pvt e CEO da Relliance Animation & Reliance AIMS; Lúcia Modesto (Tv Globo); Pablo Bioni (Tv Globo); Milton Luiz Horn Vieira (Design Lab); e do secretário Franklin Coelho.

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— Sem dúvida, a Índia pode compartilhar e contribuir com o Rio e o Brasil a criar um padrão nacional para ajudar os alunos que frequentam cursos tecnológicos. Pela primeira vez, em Bumbai, o número de estudantes procurando cursos de graduação ligados a artes (cinema, desing gráfico) superou aqueles que procuram profissões convencionais — destacou Ashish SK.

Após o painel de debates, um dos maiores especialistas em efeitos visuais, Sven Martin, palestrou sobre “Os Dragões de Game of Thrones”. Vencedor de dois prêmios Emmy, Martin é VFX supervisor e COO PIxomondo Frankfurt, responsável pelas animações de filmes como “Homem de Ferro II”, “Star Trek”, “Super 8” e outros. Jason RM Smith, da Siggraph, mostrou o melhor da animação e do VFX em 2016 através do Electronic Theatre.
Pela manhã, o público assistiu a palestra de Dave Fogler, responsável pelos efeitos de “Star Wars – O Despertar da Força”, que contou como foram criadas as naves do filme, incluindo a Millenium Falcon. Pablo Biondi, Lúcia Modesto e Uno de Oliveira, da Tv Globo, contaram suas experiências com palestras focalizadas na produção de VFX para Tv e cinema no Brasil e no exterior. VFX supervisor e executiva de produção Stratosform, os palestrantes Mario Pece e Helena Hilario falaram sobre VFX filmes e vídeos musicais. Por volta do meio-dia, o indiano Ashish Sk explicou como aconteceu a formação do hoje próspero mercado de VFX e animação na Índia.

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O que é cluster
Cluster (ou clustering) é o nome dado a um sistema que relaciona dois ou mais computadores para que estes trabalhem de maneira conjunta no intuito de processar uma tarefa. Estas máquinas dividem entre si as atividades de processamento e executam este trabalho de maneira simultânea. Cada computador que faz parte do cluster recebe o nome de nó (ou node). Teoricamente, não há limite máximo de nós, mas independentemente da quantidade de máquinas que o compõe, o cluster deve ser “transparente”, ou seja, ser visto pelo usuário ou por outro sistema que necessita deste processamento como um único computador.

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Praça do Trem recebe os aros olímpicos e agitos paralímpicos

Autor: Juliana Romar / Fotos: Ricardo Cassiano

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Os aros olímpicos e os agitos paralímpicos, que enfeitaram a Praia de Copacabana durante os Jogos Rio 2016, estão agora na Praça do Trem, no Engenho de Dentro. As duas esculturas estão expostas ao lado de dois símbolos das Olimpíadas cariocas: o Estádio Olímpico (Engenhão) e a Nave do Conhecimento e Museu Cidade Olímpica. Feitos de plástico reciclado, as obras foram confeccionadas pela artista plástica Elisa Brasil e pelo cenógrafo Tejota Bastos. O material utilizado foi coletado em pontos de apoio da Prefeitura do Rio e da ONG Eccoponto. O trabalho de concepção e instalação foi coordenado pela Empresa Olímpica Municipal (EOM) em parceria com a Fundação Dopper.

– Os símbolos dos Jogos Rio 2016 se tornaram atrações turísticas, servindo de pano de fundo para milhares de selfies de cariocas e turistas e um sucesso de fotos nas redes sociais. As esculturas foram transferidas para a Praça do Trem como uma forma de legado e porque lá fica o Museu Cidade Olímpica – disse o presidente da EOM, Joaquim Monteiro.

Durante os Jogos, as obras de arte foram instaladas nas areias de Copacabana, cumprindo seu papel de ampliar a mensagem de sustentabilidade ambiental e engajar a sociedade com os eventos. Ambas esculturas estiveram totalmente acessíveis e dispostas à interação com o público, a exemplo dos aros olímpicos do Parque Madureira, da pira da Candelária e da hashtag #CidadeOlímpica, na Praça Mauá. Os aros olímpicos foram inaugurados em 27 de julho e permaneceram no local até o final de agosto. Com três metros de altura e seis de comprimento, a escultura foi feita com 65 quilos de plástico reciclado.

Já os agitos paralímpicos, com quatro metros de alutura e três de comprimento, ficaram expostos de 2 de setembro ao fim do mesmo mês. A obra tinha textura e odor, proporcionando inclusão e interatividade em uma criação capaz de aguçar os cinco sentidos. O agito azul, por exemplo, foi feito com uma tela por fora e garrafas de amaciantes recicladas por dentro, para o cheiro de limpeza – que trazia sensação de conforto e de casa – ser facilmente reconhecido. O agito verde tinha cheiro de menta e o vermelho de guaraná. Cada um tinha textura diferente.

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Morador do Engenho de Dentro, o porteiro Valter dos Santos Lima, 56 anos, aprovou a iniciativa de levar os símbolos para a frente do Museu Cidade Olímpica:

– Trabalho em Copacabana e, na época dos Jogos, também fui na areia tirar selfies com as esculturas. Mas não imaginava que elas viriam para tão perto de casa. Voltei agora do trabalho e, quando vi que estavam aqui, decidi fazer mais um registro. Acho muito legal a Zona Norte ganhar esses símbolos, porque valoriza a região e estimula os jovens que frequentam essa área.

As obras de arte integram agora a paisagem externa da Nave do Conhecimento e Museu Cidade Olímpica. Inaugurada em 5 de julho deste ano, o equipamento já recebeu 21.492 visitas e 11.041 cadastros para cursos e atividades de lazer. Com ambientes interativos de alta tecnologia, o espaço funciona na antiga Oficina de Trens do Engenho de Dentro, que foi totalmente restaurada e adaptada. Situado na Rua Arquias Cordeiro, 1.516, pode ser visitado de terça a sábado, das 9h às 21h, e no domingo, entre 9h30 e 16h30.

– Achei ótimo ter um equipamento que guarda uma memória olímpica e paralímpica. Foi um momento bacana para a cidade e vale ficar registrado. Faço sempre caminhadas por aqui, em volta do Engenhão, mas nunca tinha entrado no museu. Achei bem legal e curti o que vi – disse a psicóloga Cristina Oliveira Costa, 43 anos, moradora do Cachambi.

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 O primeiro andar do prédio abriga a Nave do Conhecimento, um espaço interativo no qual a comunidade pode vivenciar o espírito olímpico, através de uma dimensão do impacto dos Jogos e as transformações urbanas realizadas na cidade, além de saber um pouco mais sobre as Olimpíadas, a ciência, a tecnologia e o esporte. Também são oferecidos diversos cursos de idiomas e nas áreas de tecnologia da informação, infraestrutura de redes, produção gráfica, robótica, internet das coisas, design gráfico, web design, computação gráfica, produção de vídeo e fotografia, games, entre outras.

O Museu Cidade Olímpica, no segundo andar do prédio, conta com simuladores que permitem o público viver a experiência de ser um atleta olímpico. Eles podem disputar uma corrida de 100 metros, comparando sua velocidade ao de um atleta; avaliar sua disposição em uma simulação de remo ou coletivamente; disputar uma corrida em bicicletas adaptadas para pessoas com deficiência; e voar de asa delta apreciando as paisagens da cidade. O visitante ainda pode estar próximo à tocha olímpica Rio 2016 e visualizar, de forma virtual, a chama que representa o fogo olímpico. O local abriga um acervo sobre o legado dos Jogos, além de uma exposição de medalhas.

 

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